Knock, knock!

Seja bem-vinde ao Kakumei, criatura da noite!
Estamos na versão Mês das Bruxas, e na segunda edição do projeto BRUXAS DO 31 (de Outubro), juntamente com a Shana, do HISHOKU NO SORA! Nós te convidamos para conferir o que anda rolando de gostosuras e travessuras por todo o mês de Outubro nos dois blogs!
Enjoy & be careful!

Este é um blog pessoal e intransferível que pertence à mim. Fique à vontade para zanzar por aqui, deixar sua opinião e voltar quando quiser!
Obrigada pela sua visita, espero te ver novamente! o/



POSTAGEM PROFILE KAKUMEI


The babe with the power

Tenie/Sté/Teh/Steph. Touro [30/04] do ano do Cachorro. Acredita em horóscopo e gosta de MBTI. Graduada na USP. Vir-a-ser Escritora. Bookaholic em crise. Desenhista quando dá na telha. Cantora de chuveiro.
Lufa-Lufa de cabo a rabo. Gosta de musicais, mangás e hqs, desenho animado, doramas, séries, filmes e o que mais vier.
Like romantic things like musicals and martial arts' movies. So whyyyyy don't I have a boyfriend? F***K! It sucks to be me!
Desventurando-se em série desde 1994. Ainda vai encontrar seu propósito.

The Coven


Livros, Nipon e Blá,blá,blá
Tomorrow

Todo mundo é bem-vinde, é só chegar mais!

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Créditos
[Bruxas do 31] Folclore maldito
Postado por Tenie | sexta-feira, 20 de outubro de 2017 | 0 Comentários | link to this post


Bem-vindes ao penúltimo post do nosso amaldiçoado, desprezível, abominável Bruxas do 31 de Outubro!
E, por favor, permitam-me dizer: Outubro, pelo amor das deusas, tenha piedade de mim!
Uma coisa que o Bruxas me faz perceber é como as semanas passam rápido. Outra é como eu sou tão pouco teatral comparada com a Shana-chi... Colegas, a mina é muito boa na arte dos posts temático e da blogagem em geral (e em vários rolês, mó mina zika, coleguinhas). A Shana-chi é a diva que eu
e você queremos copiar, né non?
O post de hoje é curtinho porque estou com a casa em reformas e a minha vida tá toda revirada - e assim ficará por mais uns 10 dias... Estou cansada só de pensar nisso!
Outra coisa cansativa é pensar que minha estante de livros está em petição de miséria e eu preciso conceber um plano rápido para esvaziar a bichinha... Vai rolar um 20 anos em 2 meses, aparentemente. Agora eu estou mais cansada.
Agora que já fiz uma publicidade da minha comadre e choraminguei um pouco, vamos ao calamitoso post da vez!


Hoje é dia de valorizar nosso folclore, que também é cheio de lendas assustadoras! E eu sei disso desde muito cedo porque Cata-lendas. Caramba, aquele programa era uma fofurinha, eu amava a Dona Preguiça e o Preguinho, mas tinha cada coisa que eu ficava literalmente

Bonitiinhu... Mano do céu, que que tá conteceno? Pra que issu, mano? Credo!

Se tinha uma lenda que me deixava com o coração na mão toda vez - mas eu sempre via, porque desde pequenininha eu vivo la vida loka - era a do Mapinguari. PQP, que medo que eu tinha daquela criatura!
[E sim, a fonte principal deste post foi o Cata-lendas, que está disponível no Youtube]
O Mapinguari é essa criatura monstruosa coberta de pelos, gigantesca, com um olho no centro da testa (como eles viram isso entre tudo aquilo de pelo? Fica a pergunta) e uma bocarra no lugar do umbigo - Nightmare fuel procês, coleguinhas: se ele é gigante, imagino que a cabeça de um humano médio deva bater na linha do umbigo dele... Imagina tu andando por aí, na floresta... Você não ia nem saber o que te pegou. Até porque a Dona Preguiça já dizia que ele gostava de comer cabeças e eu sei que a Dona Preguiça xamais mentiria pra mim.
Algumas versões alegam que o Mapinguari usa um tipo de armadura de casca de tartaruga, outras afirmam que sua pele é tão resistente quanto a couraça de um jacaré. Outras versões alegam que ele teria pés em formato de mãos de pilão (aquela parte do pilão que você usa pra esmagar as coisas. Explicação nota 10 da Tenie). Como se ele já não fosse letal e assustador o bastante sem isso, néam?
Essa não é só uma lenda nacional, já que o Mapinguari mora entre as florestas amazônicas brasileira e boliviana - sim, amiguinhes, o Mapi tem dupla cidadania e você não!
Como muitas criaturas do folclore, ele costuma se fartar em caçadores e fazendeiros que não sabem respeitar a floresta. Imitando o chamado dos caçadores (no Cata-lendas, era o assobio, que eles usavam para se distinguir dos outros), vai até aqueles que respondem e, como ele não é fraco não, não adianta nem atirar, porque um sopro do Mapinguari pode dilatar o aço do cano da arma. Poucos escapam, e os que conseguem, ficam com sequelas e feridas para o resto da vida.
Você sabe que um Mapinguari passou porque ele deixa um rastro de árvores derrubadas e destruição, e um cheiro pestilento, um pouco parecido com o de um gambá, mas pior, capaz de deixar a presa tonta e vulnerável. Novamente, isso porque a boca do bicho já fica na altura da cabeça de uma pessoa de altura média... Imagina isso tu já estando tonto e bem confuso. Isso, claro, se você tiver a sorte de chegar ao local depois que ele passar, porque se você estiver por perto ou in loco quando ele estiver passando, você vai saber da presença dele na hora em que ouvi-lo gritar - porque não basta quebrar tudo, tem que se esgoelar também.
Para a nossa alegria (???), alega-se que o Mapinguari seria um criptídeo diurno, deixando a noite para dormir, como nós claramente não como eu, porque blog all night here. Há divergências, claro, mas segue o bonde aqui.
Há teorias de que o Mapinguari seja apenas uma preguiça pré-histórica gigante que sobreviveu de alguma forma a... Bom, tudo que rolou nos últimos anos e talz. Porém, por alguma razão engraçada, a única criatura capaz de afugentar um Mapinguari é um bicho-preguiça - sim, aquele coleguinha de bracinhos e perninhas longos e com aquela carinha simpática, com o qual a gente se identifica só um pouquinho. Então, nunca vá a Amazônia sem um bicho-preguiça #ficaadica

Se o Mapinguari tem medo dela, acho que nós também deveríamos. Just saying

Já deu pra entender porque a Dona Preguiça contava essa história e ficava de boinhas lá, na maior serenidade 👀👀👀
Apesar de a Wikipedia trazer um relato de avistamento de dois mapinguaris, um macho e uma fêmea, em 1967, não há confirmações científicas da existência dos mesmos.
Se os Mapinguaris estão por aí, favor agir, porque se depender do nosso governo, não vai sobrar nada nem da Floresta Amazônica, nem dos animais silvestres, nem de nós mesmos, aliás. Então, se os coleguinhas puderem agir, a gente até dá um jeito de recolher as preguiças temporariamente.
Em suma, se você estiver na floresta amazônica e ouvir um assobio ou chamado que pareça humano e sentir um cheiro horroroso, suas únicas chances são: ficar bem quietin e correr, achar um bichinho-preguiça o quanto antes ou dar um tiro perto do umbigo do Mapinguari - Dona Preguiça que me disse e aquele fantoche sabia de coisas, sim!


Agora, se você vai ficar na selva de pedra como moi, semana que vem temos o último post do Bruxas e ele é mais que especial: vai ser um conto cujo prompt foi selecionado através de palavras aleatórias, com uma música de nossa escolha (dentre 3 que cada uma escolheu de seu repertório de músicas inspiradoras para escrever) e com uma imagem de inspiração que uma escolheu para a outra.
E eu estou terrivelmente animada para isso!
Então, semana que vem todo mundo aqui, ok?
Mas, antes de qualquer coisa, it's dangerous to go alone! 

Take this smol sloth with you and be safe! 😉

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